Associação dos policias e militares que não se sentem representados por sindicato ou associação nenhuma

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Em Curso Associação dos policias e militares que não se sentem representados por sindicato ou associação nenhuma

Mensagem por Guarda que anda à linha em Qua 04 Dez 2019, 19:53

Quem é que quer fazer uma associação dos polícias e militares que não se sentem representados por sindicado ou associação nenhuma?
Vejam bem, estes senhores estiveram cerca de 25 minutos a falar sobre os problemas que supostamente afectam as forças de segurança https://www.facebook.com/aspppsp/videos/vb.157097544330187/617658382104727/?type=2&theater
E quais é que foram os problemas que foram aqui falados: algemas, como não podia deixar de ser, subsídio de risco que já recebemos sob a forma de suplemento de serviço nas forças de segurança e tabelas remuneratórias.
Em relação ao subsídio de risco pergunto: se passarmos a ter subsidio de risco já nunca mais somos agredidos, feridos, e ou mortos em serviço? Deixamos de ser atropelados por veículos ou atingidos por balas?
Meus senhores, de uma vez por todas abram os olhos e não brinquem com a nossa condição militar/policial a que estamos sujeitos. O que importa é o reconhecimento da profissão de risco e de desgaste rápido e não o subsídio de risco.
Se a nossa função for reconhecida como de risco e de desgaste rápido como nos outros países é, e que tem toda a razão para que seja, porque somos os organismos do estado onde mais profissionais são agredidos, feridos e mortos em serviço. Há toda uma panóplia de situações e de direitos que nos tem de ser proporcionada.
Por amor de Deus. Então e a falta de efectivos em que ao contrário do que aqui é dito pelo representante da GNR, há falta de efectivos porque o governo não admite mais e não por falta de incentivos. O que está a levar à falta de policiamento que a olhos vistos se vê.
Falta de efectivos essa motivada pelo envelhecimento do efectivo provocado por alterações legislativas em termos de passagem à disponibilidade, reserva e reforma desde 2005 para cá. O que por sua vez está a levar à maior taxa de absentismo/baixas médicas nestas instituições provocada pelo desgaste e pelo avançar da idade em efectividade de funções, serviços moderados, militares/policias que só desempenham determinadas funções por incapacidade em desempenhar outras etc. etc.
Envelhecimento de efectivo esse, que vai afectar as transferências, porque os militares vão permanecer cada vez mais tempo no serviço no mesmo posto/esquadra/cidade/vila, impedindo que os mais novos lá sejam colocados, e quando forem já irão chegar a esses locais já com idades avançadas, contribuindo mais ainda para o envelhecimento dos efetivos locais, que por fim se irão traduzir na incapacidade de prestar segurança a todos nós que é essa a razão da nossa existência.
Envelhecimento esse que ira afectar as promoções, porque os militares e polícias irão permanecer mais anos no mesmo posto por inexistência de vaga no posto imediatamente a seguir por se encontrar ocupado por militares e policias cada vez mais velhos, porque não os deixam ir embora para terem direito ao merecido descanso.
E, por fim, os cortes brutais nas reformas a que vamos estar sujeitos devidos aos factores de sustentabilidade e outras manhozisses e armadilhas mais, apesar de termos mais anos de serviço que os exigidos.
Meus senhores, estes é que são os verdadeiros problemas que já estão a afectar e vão afectar cada vez mais os polícias e as instituições policiais/militares. E, lamentavelmente, não vejo ninguém com capacidade para as discutir com quem realmente interessa.
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Em Curso Re: Associação dos policias e militares que não se sentem representados por sindicato ou associação nenhuma

Mensagem por conchinha em Sex 06 Dez 2019, 14:24

Quem é que quer fazer uma associação dos polícias e militares que não se sentem representados por sindicado ou associação nenhuma?
Vejam bem, estes senhores estiveram cerca de 25 minutos a falar sobre os problemas que supostamente afectam as forças de segurança https://www.facebook.com/aspppsp/videos/vb.157097544330187/617658382104727/?type=2&theater
E quais é que foram os problemas que foram aqui falados: algemas, como não podia deixar de ser, subsídio de risco que já recebemos sob a forma de suplemento de serviço nas forças de segurança e tabelas remuneratórias.
Em relação ao subsídio de risco pergunto: se passarmos a ter subsidio de risco já nunca mais somos agredidos, feridos, e ou mortos em serviço? Deixamos de ser atropelados por veículos ou atingidos por balas?
Meus senhores, de uma vez por todas abram os olhos e não brinquem com a nossa condição militar/policial a que estamos sujeitos. O que importa é o reconhecimento da profissão de risco e de desgaste rápido e não o subsídio de risco.
Se a nossa função for reconhecida como de risco e de desgaste rápido como nos outros países é, e que tem toda a razão para que seja, porque somos os organismos do estado onde mais profissionais são agredidos, feridos e mortos em serviço. Há toda uma panóplia de situações e de direitos que nos tem de ser proporcionada.
Por amor de Deus. Então e a falta de efectivos em que ao contrário do que aqui é dito pelo representante da GNR, há falta de efectivos porque o governo não admite mais e não por falta de incentivos. O que está a levar à falta de policiamento que a olhos vistos se vê.
Falta de efectivos essa motivada pelo envelhecimento do efectivo provocado por alterações legislativas em termos de passagem à disponibilidade, reserva e reforma desde 2005 para cá. O que por sua vez está a levar à maior taxa de absentismo/baixas médicas nestas instituições provocada pelo desgaste e pelo avançar da idade em efectividade de funções, serviços moderados, militares/policias que só desempenham determinadas funções por incapacidade em desempenhar outras etc. etc.
Envelhecimento de efectivo esse, que vai afectar as transferências, porque os militares vão permanecer cada vez mais tempo no serviço no mesmo posto/esquadra/cidade/vila, impedindo que os mais novos lá sejam colocados, e quando forem já irão chegar a esses locais já com idades avançadas, contribuindo mais ainda para o envelhecimento dos efetivos locais, que por fim se irão traduzir na incapacidade de prestar segurança a todos nós que é essa a razão da nossa existência.
Envelhecimento esse que ira afectar as promoções, porque os militares e polícias irão permanecer mais anos no mesmo posto por inexistência de vaga no posto imediatamente a seguir por se encontrar ocupado por militares e policias cada vez mais velhos, porque não os deixam ir embora para terem direito ao merecido descanso.
E, por fim, os cortes brutais nas reformas a que vamos estar sujeitos devidos aos factores de sustentabilidade e outras manhozisses e armadilhas mais, apesar de termos mais anos de serviço que os exigidos.
Meus senhores, estes é que são os verdadeiros problemas que já estão a afectar e vão afectar cada vez mais os polícias e as instituições policiais/militares. E, lamentavelmente, não vejo ninguém com capacidade para as discutir com quem realmente interessa.
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Em Curso Re: Associação dos policias e militares que não se sentem representados por sindicato ou associação nenhuma

Mensagem por Guarda que anda à linha em Sex 06 Dez 2019, 18:09

Em relação ao meu comentário anterior volto a citar este parágrafo:

Envelhecimento esse que irá afectar as promoções, porque os militares e polícias irão permanecer mais anos no mesmo posto por inexistência de vaga no posto imediatamente a seguir por se encontrar ocupado por militares e policias cada vez mais velhos, porque não os deixam ir embora para terem direito ao merecido descanso.

Nota: Esta parte sublinhada e a negrito, assenta que nem uma luva aos cabos que estão à espera quase há vinte (20) anos, um abuso e uma vergonha, de serem promovidos a Cabo-chefe, o que como é lógico, quanto mais envelhecido o efectivo for mais lentas as promoções vão ser.

Quanto mais tempo os CMOR permanecerem no posto, mais tarde há promoções a CCH, e por arrastamento até à base da pirâmide.

Mas atenção, este envelhecimento do efectivo que refiro no comentário anterior que vai ser nefasto nos vários aspectos referidos, que se nada for feito, estas instituições militares e policias entrarão na total incapacidade e ruptura, porque policias e militares velhos não conseguem combater bandidos e criminosos novos. Na parte que às promoções diz respeito, os oficiais e sargentos também não se vão ficar a rir dos guardas, porque quanto mais tempo se permanecer em coronel mais tempo se demora a ser promovido a TC, quanto mais tempo se permanecer em SMOR mais tempo se vai ter de permanecer SCH e por aí fora.

Portanto meus Senhores, de uma vez por todas abram a pestana e deixem-se de falar em algemas, bastões, coletes e outras tretas mais, porque também não ouvem os militares das FAs falarem em falta de metralhadoras, munições, de carros de combate etc. etc.

Uma coisa é certa, quando não houver material que compete à tutela/instituição fornecer para que se possa trabalhar, é simples, não se trabalha. Outra coisa é retirarem-nos capacidade para trabalhar, como por exemplo obrigarem-nos a andar cá velhos, desgastados, corcundas, cheios de dores e mazelas, desiludidos, desmotivados, incapazes e fartos disto. E aí já é diferente, e temos que dar um murro na mesa e dizer basta. Porque os bandidos e os criminosos novos não se conseguem combater com policias e militares velhos.
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Em Curso Re: Associação dos policias e militares que não se sentem representados por sindicato ou associação nenhuma

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