PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

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Em Curso PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por dragao Sex 30 Abr 2021, 09:07

Relembrando a primeira mensagem :

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) consideraram esta quinta-feira que o valor do subsídio de risco para as forças de segurança deve rondar os 380 euros.

Segundo a ASPP e a APG, este valor deve servir de base para as negociações com o Governo sobre a atribuição de um subsídio de risco para as forças de segurança, que tem de estar concretizado até ao fim de junho, tal como está previsto no Orçamento do Estado deste ano.

As associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana e os sindicatos da Polícia de Segurança Pública estiveram hoje reunidos com o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Antero Luís, para debater a revisão dos suplementos e subsídios nas forças de segurança.

Os representantes destas estruturas saíram da reunião desiludidos por não ter sido apresentado por parte do Ministério da Administração Interna (MAI) qualquer proposta para dar início ao processo de negociação.

"Como era uma reunião por causa do subsídio de risco, pensávamos que já havia uma proposta por parte do Governo, mas não foi apresentado nada", disse à agência Lusa o presidente da APG, lamentando não existir "nada em concreto".

César Nogueira salientou que é importante que o Governo apresente um valor para se iniciar o processo de negociação, frisando que a proposta da APG está num caderno já entregue ao MAI, sendo essa a base para se chegar a um consenso.

"A nossa proposta é 20% sobre o primeiro nível remuneratório de capitão, isso dá cerca de 389 euros", disse, precisando que esse valor é fixo para todas as patentes.

Também o presidente da ASPP lamentou à Lusa "a falta de informação" apresentada pelo secretário de Estado, considerando que se tratou de uma reunião que "não passou do campo das intenções".

Paulo Santos disse que já existe "pouco tempo" para a negociação do subsídio de risco porque o Orçamento do Estado estabelece que esteja concluído até ao final do primeiro semestre.

O presidente da ASPP defende que o subsídio de risco para o efetivo da PSP tenha um valor idêntico "ao que já existe em outras forças de segurança", nomeadamente a Polícia Judiciária, que ronda os 380 euros.

"Este é o valor colocado pela ASPP em cima da mesa para início das negociações" disse, acrescentando que o sindicato enviou esta semana esta proposta para o MAI.

Em comunicado, o Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP) refere também que o "Governo se ficou pelas promessas e não avançou com nada em concreto" e exige que "passe das palavras aos atos".

Para o SPP, deve ser definido "um valor significativo e igual para todos" os polícias, independentemente das carreiras.

Num comunicado enviado no final da reunião, o MAI refere que o subsídio de risco e o suplemento remuneratório para os profissionais da GNR e da PSP "dominaram o debate na reunião de hoje, tendo em conta as determinações constantes da Lei do Orçamento de Estado para 2021".

"Dada a necessidade de obter contributos suplementares, foi decidido prosseguir os trabalhos numa reunião marcada já para o próximo mês de maio. No caso específico do subsídio de risco, foi aprovada a criação de um grupo técnico entre o gabinete do secretário de Estado e as associações e sindicatos que reunirá de forma regular", salienta o MAI.

O Ministério da Administração Interna indica ainda que esta reunião deu continuidade ao processo negocial iniciado em 2020 sobre matérias relativas à valorização profissional, que permitiu analisar também as prioridades da nova Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança e um novo modelo de Segurança e Saúde no Trabalho.

https://www.jn.pt/justica/psp-e-gnr-defendem-subsidio-de-risco-a-rondar-os-380-euros-13627002.html
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por COELHO.X Sab 03 Jul 2021, 22:46

Ark escreveu:Os que com uma confiança desmedida diziam há uns meses atrás
"...está feito, ronda os 250 e começa em junho..."

agora andam escondidos e nem abrem a boca.

O politicamente correcto serve zero ! 

Apresentada uma proposta de gozo como esta, deveriam na hora remeter-se ao silêncio e abandonar o local, sem mais conversa.
Eu ja o referi anteriormente.
Todos os sindicatos e associações se os tiverem no sitio, na próxima reunião ficam a porta e nao entram e depois fala um representante com a comunicação social e explica o motivo (mais que óbvio), e com firmeza e a uma só voz....dizem basta e dizem ao que vêm e as consequências que daí poderão vir no futuro, pois foi uma falta de respeito tao grande, que nos envergonha a todos...neste momento para quem exerce a profissão deve se sentir revoltado, triste e só,  numa sociedade que em nada os merece(policia) e uns governantes tão medíocres que só pensam no seu ego, nas costas guardadas e desprezam uma polícia,  capaz, profissional e boa no que faz...mas obdiente e mansa!!!
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por toinojaquim Qua 07 Jul 2021, 11:34

As associações não servem para nada! Fazem comunicados para a imprensa e pouco mais!
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Guarda que anda à linha Qua 07 Jul 2021, 12:32

Com este subsidio de risco, mais umas alcavalas para os militares da categoria de oficiais, que já têm um óptimo estatuto, enquanto que para os militares da categoria de praças com o mesmo estatuto, o pior de sempre para os praças, lhes foi retirado tudo inerente ao risco da profissão, como por exemplo percentagens para efeitos de serviço, agravamento das condições de reserva e reforma, impossibilidade de passar à reforma aos 60 anos de idade sem cortes e ou penalizações, menos dias de férias etc. etc. que os anteriores estatutos previram sempre como forma para compensar precisamente esse risco.

Uns, a quem já lhes retiraram tudo, estrebucham por migalhas, pondo inclusivamente as suas vidas profissionais e particulares em perigo. Outros, que já tinham tudo, e que com o ultimo (actual) estatuto lhes deram o melhor do mundo e a cereja no topo do bolo, que é a possibilidade de aceder a três estrelas, o que é excelente, assistem, calmos e serenos, sem se chamuscarem ou molharem, do alto das suas cadeiras de poder e de comando, à chegada ao seu justo recibo de vencimento de mais umas alcavalas.

Triste vida esta, nestes estranhos tempos em que vivemos, dos pobres guardas/praças republicanos.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por toinojaquim Qua 07 Jul 2021, 14:43

Guarda que anda à linha escreveu:
Com este subsidio de risco, mais umas alcavalas para os militares da categoria de oficiais, que já têm um óptimo estatuto, enquanto que para os militares da categoria de praças com o mesmo estatuto, o pior de sempre para os praças, lhes foi retirado tudo inerente ao risco da profissão, como por exemplo percentagens para efeitos de serviço, agravamento das condições de reserva e reforma, impossibilidade de passar à reforma aos 60 anos de idade sem cortes e ou penalizações, menos dias de férias etc. etc. que os anteriores estatutos previram sempre como forma para compensar precisamente esse risco.
Uns, a quem já lhes retiraram tudo, estrebucham por migalhas, pondo inclusivamente as suas vidas profissionais e particulares em perigo. Outros, que já tinham tudo, e que com o ultimo (actual) estatuto lhes deram o melhor do mundo e a cereja no topo do bolo, que é a possibilidade de aceder a três estrelas, o que é excelente, assistem, calmos e serenos, sem se chamuscarem ou molharem, do alto das suas cadeiras de poder e de comando, à chegada ao seu justo recibo de vencimento de mais umas alcavalas.
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A verdade é mesmo essa!
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por toinojaquim Qui 08 Jul 2021, 16:19

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1791484/governo-admite-dar-aos-policias-subsidio-de-risco-de-alguma-dignidade
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Lynx Qui 08 Jul 2021, 20:06

Mais 10 euros ja deve ser um valor digno.
A nossa vida deve valer menos que o sef ou pj
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Guarda que anda à linha Qui 08 Jul 2021, 22:28

“O secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna garantiu hoje a disponibilidade do Governo para atribuir aos polícias um subsídio de risco com valor de "alguma dignidade", mas num quadro "realista".

Dignidade como compensação do risco que os militares da Guarda correm na profissão/função de risco que exercem, era a dignidade a que correspondiam as condições que tinham até 2005, e começaram a retirar desde aí até agora, culminando em 2017 com o pior estatuto de sempre. E que, em conjunto com o DL das reformas, faz com que pela primeira vez nos seus estatutos, os militares da Guarda já não possam passar à reforma aos 60 anos de idade sem cortes e ou penalizações, medidas essas que, pasme-se, nem a Troika, nem no tempo da Troika, nem o governo em funções no tempo da Troika (2011 - 2015) aplicou aos militares e policias. Com este brinde com que presentearam os militares e policias, isto sim, é uma excelente medida para sujeitar e expor cada vez mais os militares e policias ao risco, porque vão estar cada vez mais velhos, e mais debilitados e desgastados física e psicologicamente no serviço activo.
 
E algumas das medidas (essas sim bastante dignas) existentes até 2005 por forma a compensar o risco e a condição militar a que os militares da Guarda estão sujeitos e correm, entre outras, eram: a subida de escalão de 3 em 3 anos sem estar sujeito a sistema de avaliação manhoso. Um sistema de saúde SAD para o militar, cônjuge e filhos sem encargos para o militar, em que hoje paga por esse subsistema 14 vezes por ano o equivalente ao subsidio de risco que querem agora dar. Médico da Guarda nas sedes dos DTERs 1 ou 2 vezes por semana. A passagem à reserva com 36 anos de serviço independentemente da idade, e 5 anos depois passagem à reforma sem qualquer tipo de corte e ou penalização, ao contrário de agora, em que para os que passem à reserva a partir de 01JAN17 estão sujeitos a autênticas armadilhas, em que podem sofrer cortes brutais na sua pensão de reforma. Chegar ao topo da carreira no ultimo escalão. A possibilidade de ser cabo ao fim de 2 ou 3 anos de Guarda/vinte e poucos anos de idade. Mais dias de férias do que hoje, em que para ser ter mais 1 ou 2 míseros dias se está sujeito à avaliação. 
 
Isto sim eram condições/discriminações positivas dignas, para compensar o risco que os militares da Guarda correm. Mas, não contentes com isso, talvez por inveja, em 2005 iniciaram o ataque cerrado às condições/direitos (não regalias porque essas estão reservadas a outros) dos militares da Guarda e, como se não bastasse já este ataque cerrado a essas condições e direitos, não contentes ainda, e para pouparem uns trocos ao erário publico, ainda querem encavar os militares da Guarda, e aqui são só os da Guarda, já não são os das Forças Armadas (mais uma vez militares da Guarda = a militares de segunda) depois de velhos, como cereja no topo do bolo com esta pérola https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/comunicacao/noticia?i=aprovado-programa-vigilancia-
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Mensagem por Estranho Qui 08 Jul 2021, 22:55

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Mensagem por toinojaquim Qui 15 Jul 2021, 14:26

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/dupla-de-policias-dispara-para-o-ar-para-escapar-a-cerco-de-moradores-em-bairro-de-oeiras-veja-as-imagens?ref=HP_PrimeirosDestaques
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Mensagem por toinojaquim Qui 15 Jul 2021, 14:27

toinojaquim escreveu:https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/dupla-de-policias-dispara-para-o-ar-para-escapar-a-cerco-de-moradores-em-bairro-de-oeiras-veja-as-imagens?ref=HP_PrimeirosDestaques
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Mensagem por Guarda que anda à linha Qui 15 Jul 2021, 16:04

Meus Senhores, neste momento, eles estão-se a c... para o reconhecimento do risco, do perigo e do desgaste rápido da profissão de policia/militar. Eles estão-se a c... para os que são agredidos, feridos e mortos em serviço, assim como para a elevada taxa de suicídio destes profissionais.
Basta ver que a partir de 2017, através do DL das reformas e do novo estatuto dos militares da GNR, em que por e simplesmente varreram desses diplomas a possibilidade dos militares e policias passarem à reforma aos 60 anos de idade sem qualquer tipo de corte e ou penalização, o que até à existência desses diplomas e durante os estatutos anteriores puderam sempre, assim como, medida que nem a Troika, nem o governo do tempo da Troika adoptaram.
Se repararem, nas e às profissões reconhecidas como de desgaste rápido, reduziram, e bem, a idade da reforma aos respectivos profissionais. Aos militares e policias, além de não os reconhecerem como profissão de risco de perigo e de desgaste rápido, ainda por cima aumentaram-lhes a idade legal de passagem à reforma, idade essa que nem sequer sabem qual é, porque é variável conforme o lado para o qual o vento sopra.
E como corolário pelo não reconhecimento dessas profissões como de risco, de perigo e de desgaste rápido, quando chegarem ao fim da carreira, ainda querem presentear os policias e os guardas com esta pérola https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/comunicacao/noticia?i=aprovado-programa-vigilancia-
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Mensagem por mimsy Qui 15 Jul 2021, 17:44

Um verdadeiro polícia diz sempre, no tribunal e na vida, tudo, rigorosamente tudo, tem obrigação de falar toda a verdade sem hesitações nem omissões.                                                                         O sr. Presidente da ASFIC da PJ num texto de opinião de um jornal diário mostrou a sua profunda discordância e irritação por, na atual discussão sobre os valores a atribuir ao subsidio de risco, a PSP e a GNR estarem a fazer comparações com outras policias nomeadamente com a PJ.                                                                   o sr. Presidente diz textualmente que "invocar acerrimamente a PJ num discurso enviesado é contrariar o respeito e reciprocidade sindical, acicatando os ânimos e a controvérsia, o que obrigará  a ASFIC/PJ a ter de vir a público corrigir esse discurso falacioso e truncado e anunciar detalhadamente os vários suplementos  remuneratórios da PSP e da GNR.                                                       Acaba a perguntar: "depois de um closed case será necessário um open case?                                                                                         Para mim a única coisa que é precisa, pois nem vou comentar tão triste , básica e pobre prosa, é que diga tudo, faça deste caso realmente um "open case" e diga rigorosamente tudo que lhe vai na alma, mas a verdade, toda a verdade sem hesitações e omissões...                                                                                        Explique detalhadamente todos os subsídios que ganham os elementos da PSP e da GNR e no fim junte o salário final liquido desses elementos e, sem omissões, compare...                                     Explique detalhadamente pois de um subsidio de risco se trata, quantos elementos da PSP e da GNR já foram mortos, feridos com gravidade ou feridos no cumprimento da missão e, sem omissões, compare...                                                                                            Explique detalhadamente a percentagens de detenções que anualmente são efetuadas pela PSP e GNR e, sem omissões, compare... não esqueça que tem de ser sem omissões pois como obrigatoriamente saberá uma significativa percentagem das detenções que contabilizam são, literalmente, efetuadas por outras forças policiais e entregues em bandeja de ouro...                              Explique detalhadamente as verbas recebidas pela PSP e GNR referentes a horas extras... convenhamos que esta conta é fácil de fazer pela simples razão que essa benesse,  para essas forças, tal como o subsidio de risco, nunca existiu, e, sem omissões, compare...                                                                                          Explique detalhadamente quantas operações e intervenções são efetuadas anualmente pela PSP e GNR e, sem omissões, compare... Explique detalhadamente quantas operações de risco realizou a PSP e GNR em que vos pediu auxilio ou colaboração e, sem omissões, compare...                                                                     
Tem toda a razão, não admita comparações, podem ser perigosas, faz muito bem em pôr os pontos nos is  e colocar a PSP e a GNR no seu devido lugar...                                                                          Faça um "open case", esclareça todos os pontos anteriores  e verá que depois de descobrirem todos os subsídios que recebem e o valor mensal liquido do seu ordenado os elementos da PSP e da GNR irão com certeza desistir de subsídios de risco, horas extras e outras benesses e irão reduzir-se á sua insignificância...                  Com a mania que anda a PSP e a GNR qualquer dia até põe em causa a necessidade de uma PJ fora das policias territoriais, era o que faltava... depois começam discussões sérias, com factos e números, com gente que sabe do que fala, ainda se percebe como o marketing pode facilmente substituir a verdade, e como esta não é muitas vezes aquilo que nos vendem, ainda se percebe como com a postura e demagogia certa se faz que uns trabalhem mas outros recebam os louros, ainda se descobre que nos países mais evoluídos na organização policial e, nomeadamente á nossa volta, não existem PJ nem ASAE nem SEF fora dos quadros orgânicos das congéneres da PSP e da GNR, podem até descobrir que mesmo aqui ao nosso lado, em Espanha, todas essas funções estão integradas na Guardia Civil e no Corpo Nacional de Policia, congéneres da GNR e da PSP, e que são duas das mais prestigiadas polícias do mundo...                                                                            Faz  muito bem o sr. Presidente Carlos Garcia não os deixar esticar, dê-lhes com força, esclareça tudo e atire-lhes com um "open case" sempre que necessário, se passam a vida a ser baleados, apedrejados cuspidos e insultados podem muito bem aguentar de vez em quando com um "open case"...
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por smelly Qui 15 Jul 2021, 23:42

Mimsy, esse texto devia chegar para além deste fórum...bem além. Está aí tudo. 

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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por msm Sex 16 Jul 2021, 01:11

Realmente muito bom.
Agora gostaria era de ler o texto do Presidente da ASFIC a que dá réplica.
Podem ajudar?
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por COELHO.X Sex 16 Jul 2021, 09:28

mimsy escreveu:Um verdadeiro polícia diz sempre, no tribunal e na vida, tudo, rigorosamente tudo, tem obrigação de falar toda a verdade sem hesitações nem omissões.                                                                         O sr. Presidente da ASFIC da PJ num texto de opinião de um jornal diário mostrou a sua profunda discordância e irritação por, na atual discussão sobre os valores a atribuir ao subsidio de risco, a PSP e a GNR estarem a fazer comparações com outras policias nomeadamente com a PJ.                                                                   o sr. Presidente diz textualmente que "invocar acerrimamente a PJ num discurso enviesado é contrariar o respeito e reciprocidade sindical, acicatando os ânimos e a controvérsia, o que obrigará  a ASFIC/PJ a ter de vir a público corrigir esse discurso falacioso e truncado e anunciar detalhadamente os vários suplementos  remuneratórios da PSP e da GNR.                                                       Acaba a perguntar: "depois de um closed case será necessário um open case?                                                                                         Para mim a única coisa que é precisa, pois nem vou comentar tão triste , básica e pobre prosa, é que diga tudo, faça deste caso realmente um "open case" e diga rigorosamente tudo que lhe vai na alma, mas a verdade, toda a verdade sem hesitações e omissões...                                                                                        Explique detalhadamente todos os subsídios que ganham os elementos da PSP e da GNR e no fim junte o salário final liquido desses elementos e, sem omissões, compare...                                     Explique detalhadamente pois de um subsidio de risco se trata, quantos elementos da PSP e da GNR já foram mortos, feridos com gravidade ou feridos no cumprimento da missão e, sem omissões, compare...                                                                                            Explique detalhadamente a percentagens de detenções que anualmente são efetuadas pela PSP e GNR e, sem omissões, compare... não esqueça que tem de ser sem omissões pois como obrigatoriamente saberá uma significativa percentagem das detenções que contabilizam são, literalmente, efetuadas por outras forças policiais e entregues em bandeja de ouro...                              Explique detalhadamente as verbas recebidas pela PSP e GNR referentes a horas extras... convenhamos que esta conta é fácil de fazer pela simples razão que essa benesse,  para essas forças, tal como o subsidio de risco, nunca existiu, e, sem omissões, compare...                                                                                          Explique detalhadamente quantas operações e intervenções são efetuadas anualmente pela PSP e GNR e, sem omissões, compare... Explique detalhadamente quantas operações de risco realizou a PSP e GNR em que vos pediu auxilio ou colaboração e, sem omissões, compare...                                                                     
Tem toda a razão, não admita comparações, podem ser perigosas, faz muito bem em pôr os pontos nos is  e colocar a PSP e a GNR no seu devido lugar...                                                                          Faça um "open case", esclareça todos os pontos anteriores  e verá que depois de descobrirem todos os subsídios que recebem e o valor mensal liquido do seu ordenado os elementos da PSP e da GNR irão com certeza desistir de subsídios de risco, horas extras e outras benesses e irão reduzir-se á sua insignificância...                  Com a mania que anda a PSP e a GNR qualquer dia até põe em causa a necessidade de uma PJ fora das policias territoriais, era o que faltava... depois começam discussões sérias, com factos e números, com gente que sabe do que fala, ainda se percebe como o marketing pode facilmente substituir a verdade, e como esta não é muitas vezes aquilo que nos vendem, ainda se percebe como com a postura e demagogia certa se faz que uns trabalhem mas outros recebam os louros, ainda se descobre que nos países mais evoluídos na organização policial e, nomeadamente á nossa volta, não existem PJ nem ASAE nem SEF fora dos quadros orgânicos das congéneres da PSP e da GNR, podem até descobrir que mesmo aqui ao nosso lado, em Espanha, todas essas funções estão integradas na Guardia Civil e no Corpo Nacional de Policia, congéneres da GNR e da PSP, e que são duas das mais prestigiadas polícias do mundo...                                                                            Faz  muito bem o sr. Presidente Carlos Garcia não os deixar esticar, dê-lhes com força, esclareça tudo e atire-lhes com um "open case" sempre que necessário, se passam a vida a ser baleados, apedrejados cuspidos e insultados podem muito bem aguentar de vez em quando com um "open case"...
militar palmas  :bravo:
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Maldisposto Sex 16 Jul 2021, 12:37

O aumento do vencimento base esse sim muito mais importante que qualquer subsidio da treta. Tenho dito.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por dragao Ontem à(s) 13:06

Polícias voltam aos protestos devido ao subsídio de risco em dia de reunião no MAI

Juntos numa plataforma, dez sindicatos da PSP e três associações socioprofissionais da GNR exigem um subsídio de risco no valor de 430,39 euros.

Elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP) e da Guarda Nacional Republicana (GNR) voltam, esta quarta-feira, aos protestos por causa do subsídio de risco, uma concentração que vai decorrer enquanto os sindicatos e associações socioprofissionais estão reunidos no Ministério da Administração Interna (MAI).

Os protestos, marcados para as 10h30, vão decorrer em frente ao MAI, na Praça do Comércio, em Lisboa, e juntam alguns comandos distritais da Polícia de Segurança Pública e da Guarda Nacional Republicana.

Depois de, na semana passada, terem saído desiludidos da reunião com o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna e de não ter sido apresentado pelo Governo uma nova proposta, os sindicatos da PSP e as associações socioprofissionais da GNR voltam a reunir-se com Antero Luís.

Juntos numa plataforma, 10 sindicatos da Polícia de Segurança Pública e três associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana exigem um subsídio de risco no valor de 430,39 euros, idêntico ao que é atribuído a outras polícias, como inspetores da Polícia Judiciária e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

Já a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), que não pertencem a esta plataforma, mas que têm marcado presença nos protestos, defendem o pagamento faseado do subsídio de risco até 2024. Em janeiro de 2022 seria pago 200 euros, em 2023 aumentava para 300 euros, fixando-se em 2024 nos 430 euros.
A ASPP e a APG, as estruturas mais representativas da PSP e da GNR, consideram que a proposta apresentada ao MAI é "realista" e "aguardam que seja aceite" pelo Governo.




A ASPP e a APG sublinham que os protestos, que se têm intensificado nas última semanas, pretendem demonstrar ao Governo a importância da atribuição do subsídio de risco para os polícias e contestar a proposta inicial "indecorosa" apresentada pelo MAI.
O MAI propôs, em junho, um novo suplemento por serviço de risco nas forças de segurança, que substituirá o atual suplemento por serviço nas forças de segurança, no valor de 100 euros para os elementos em funções de ronda e patrulha, 90 euros para quem têm funções de comando e 80 euros para os restantes operacionais, significando, na prática, um aumento de 68, 59 e 48 respetivamente, uma vez que o suplemento por serviço nas forças de segurança é atualmente de 31 euros.
O subsídio de risco é uma das principais e mais antiga reivindicação dos polícias e a atribuição deste suplemento está prevista no Orçamento do Estado deste ano, numa decisão dos partidos da oposição e não do Governo socialista.

https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/policias-voltam-aos-protestos-devido-ao-subsidio-de-risco-em-dia-de-reuniao-no-mai-13981645.html
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por mimsy Ontem à(s) 14:48

Ainda não há acordo.......
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por toinojaquim Ontem à(s) 15:18

mimsy escreveu:Ainda não há acordo.......
Nem vai haver! O governo chamou as associações e sindicatos para dar a entender que estava a negociar mas a decisão já está tomada há muito tempo. Somos e seremos sempre trabalhadores de segunda!
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por COELHO.X Ontem à(s) 15:22

Sempre disse e mantenho, somos uma cambada de "mansos" PSP/GNR, ninguém imagina a força que unidos temos, mas para isso teria de haver uniao, coisa que muita gente desconhece.
Acreditem no pai natal.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Estranho Ontem à(s) 15:22

Isto não tem sido propriamente negociações. São tentativas de aceitarem a decisão sem grandes ondas.
Nem esforço há.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por dragao Ontem à(s) 15:27

Governo e sindicatos sem acordo no subsídio de risco

Terminou sem acordo a reunião entre o Governo e dois dos sindicatos mais representativos da PSP realizada esta quarta-feira, em Lisboa, no âmbito das negociações para a definição do montante do subsídio de risco a atribuir aos elementos daquela força de segurança.

A proposta da tutela, de 68,96 euros mensais, está fechada e a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e a Associação dos Profissionais Guarda (APG-GNR) vão agora voltar-se para o Parlamento.

"Temos de continuar a lutar com as nossas ações de protesto e irmos junto dos grupos parlamentares para que na próxima lei do Orçamento do Estado venha contemplado outro valor ", adiantou aos jornalistas, à saída do Ministério da Administração Interna, o presidente da APG-GNR, César Nogueira.

As associações sindicais, que têm como referência subsídio de 430,36 euros mensais atribuído na Polícia Judiciária, exigem a criação de um subsídio mensal autónomo de 200 euros em janeiro de 2022 e que aumente para 300 euros em janeiro de 2023 e para 400 um ano mais tarde.

A subida gradual é já considerada uma "cedência" ao projeto inicial do Governo, que previa a atribuição, consoante a função, de até 68,96 euros de subsídio de risco num suplemento já existente e que, assim, se fixaria, no máximo, nos 100 euros.

Esta quarta-feira, o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Antero Luís, propôs que os 68,96 euros adicionais no suplemento da condição policial sejam atribuídos a todos os polícias e militares da PSP e GNR, sem qualquer distinção funcional.

"Hoje, apresentámos a proposta final", confirmou, em declarações aos jornalistas, o governante, sublinhando que esta representa "um encargo financeiro de 50 milhões de euros" anuais. Antero Luís defendeu, ainda, que o suplemento em causa já inclui o risco.

"Não podemos estar a criar um novo subsídio de risco quando o atual já fala no risco", argumentou. César Nogueira fala em "subterfúgios" para evitar pagar o que os sindicatos reivindicam.

As associações sindicais prometem, por isso, não desistir do que consideram ser uma proposta "séria e responsável".

"A luta tem de ser constante, até termos um subsídio de risco que corresponda àquilo que é efetivamente o risco. Não podemos ser desvalorizados desta forma", salientou, à saída da reunião, o líder da ASPP/PSP, Paulo Santos.

As negociações com o Governo continuam na próxima semana, mas apenas para debater se a quantia definida pela tutela será, ou não, atualizável anualmente.

A reunião desta quarta-feira decorreu em simultâneo com um protesto nas imediações do Ministério da Administração Interna, no Terreiro do Paço, em Lisboa, que juntou cerca de 100 profissionais da PSP e da GNR. Ao serem informados do desfecho das negociáveis, gritaram, reiteradamente e em uníssono, "vergonha".

https://www.jn.pt/justica/governo-e-sindicatos-sem-acordo-no-subsidio-de-risco-da-psp-13983618.html
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Guarda que anda à linha Ontem à(s) 15:42

Meus Senhores, esta reivindicação pelo subsídio de risco é um tiro no pé e um embuste. Os militares da Guarda já têm um suplemento que contempla o risco, e que é:
 
Decreto-Lei n.º 298/2009 de 14 de Outubro
 
Artigo 20.º
 
Suplemento por serviço nas forças de segurança
 
1 - O suplemento por serviço nas forças de segurança é um acréscimo remuneratório mensal atribuído aos militares da Guarda em efectividade de serviço com fundamento no regime especial da prestação de serviço, no ónus e restrições específicas das funções de segurança, no risco, penosidade e disponibilidade permanente, composto da seguinte forma:
 
Pelo que se deve lutar e reivindicar por forma a compensar o risco que se corre, são as condições/direitos que os militares da Guarda já tiveram até 31 de Dezembro de 2005, e que começaram a retirar desde aí até agora, culminando em 2017 com o pior estatuto de sempre. E que, em conjunto com o DL das reformas que também entrou em vigor em 2017, faz com que pela primeira vez nos seus estatutos, os militares da Guarda já não possam passar à reforma aos 60 anos de idade sem cortes e ou penalizações. Medidas essas que, pasme-se, nem a Troika, nem no tempo da Troika, nem o governo em funções no tempo da Troika (2011 - 2015) aplicou aos militares e policias. Com este brinde com que presentearam os militares e policias, isto sim, é uma excelente medida para sujeitar e expor cada vez mais os militares e policias ao risco, porque vão estar cada vez mais velhos, e mais debilitados e desgastados física e psicologicamente no serviço activo.
 
E algumas das medidas/condições (essas sim bastante justas) existentes até 2005 de forma a compensar o risco e a condição militar a que os militares da Guarda estão sujeitos e correm, entre outras, eram: a subida de escalão de 3 em 3 anos sem estar sujeito a sistema de avaliação manhoso. Um sistema de saúde SAD para o militar, cônjuge e filhos sem encargos para o militar, em que hoje paga por esse subsistema 14 vezes por ano o equivalente ao subsidio de risco que querem agora dar. Médico da Guarda nas sedes dos DTERs 1 ou 2 vezes por semana. A passagem à reserva com 36 anos de serviço independentemente da idade, e 5 anos depois passagem à reforma sem qualquer tipo de corte e ou penalização, ao contrário de agora, em que para os que passem à reserva a partir de 01JAN17 estão sujeitos a autênticas armadilhas, em que podem sofrer cortes brutais na sua pensão de reforma. Chegar ao topo da carreira no último escalão. Mais dias de férias do que hoje, em que agora para ser ter mais 1 ou 2 míseros dias se está sujeito à avaliação.  
 
Isto sim eram, e deveriam continuar a ser, condições/discriminações positivas dignas para compensar o risco que os militares da Guarda correm, e pelas quais deveriam lutar acerrimamente e não por mais um subsidio. Porque têm a ver precisamente com a saúde e a idade com que os militares vão ter de andar no serviço activo cada vez mais anos, mais velhos e mais desgastados e debilitados física e psicologicamente, e por causa disso, cada vez mais expostos ao risco e ao desgaste.
 
Agora, com a atribuição deste osso/migalha por parte do governo, esgota-se o argumento pela luta por melhores condições inerentes ao risco da profissão, porque quando isso voltar a acontecer o governo vai dizer: “Então o que é que vocês querem agora, em cima dos suplementos que já tinham já vos demos mais um subsidio de risco..."

E aqui está o tiro no pé e o embuste, a que temos de agradecer às associações por não saberem defender e lutar pelo que realmente interessa.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por mimsy Ontem à(s) 16:02

Guarda que anda à linha escreveu:
Meus Senhores, esta reivindicação pelo subsídio de risco é um tiro no pé e um embuste. Os militares da Guarda já têm um suplemento que contempla o risco, e que é:
 
Decreto-Lei n.º 298/2009 de 14 de Outubro
 
Artigo 20.º
 
Suplemento por serviço nas forças de segurança
 
1 - O suplemento por serviço nas forças de segurança é um acréscimo remuneratório mensal atribuído aos militares da Guarda em efectividade de serviço com fundamento no regime especial da prestação de serviço, no ónus e restrições específicas das funções de segurança, no risco, penosidade e disponibilidade permanente, composto da seguinte forma:
 
Pelo que se deve lutar e reivindicar por forma a compensar o risco que se corre, são as condições/direitos que os militares da Guarda já tiveram até 31 de Dezembro de 2005, e que começaram a retirar desde aí até agora, culminando em 2017 com o pior estatuto de sempre. E que, em conjunto com o DL das reformas que também entrou em vigor em 2017, faz com que pela primeira vez nos seus estatutos, os militares da Guarda já não possam passar à reforma aos 60 anos de idade sem cortes e ou penalizações. Medidas essas que, pasme-se, nem a Troika, nem no tempo da Troika, nem o governo em funções no tempo da Troika (2011 - 2015) aplicou aos militares e policias. Com este brinde com que presentearam os militares e policias, isto sim, é uma excelente medida para sujeitar e expor cada vez mais os militares e policias ao risco, porque vão estar cada vez mais velhos, e mais debilitados e desgastados física e psicologicamente no serviço activo.
 
E algumas das medidas/condições (essas sim bastante justas) existentes até 2005 de forma a compensar o risco e a condição militar a que os militares da Guarda estão sujeitos e correm, entre outras, eram: a subida de escalão de 3 em 3 anos sem estar sujeito a sistema de avaliação manhoso. Um sistema de saúde SAD para o militar, cônjuge e filhos sem encargos para o militar, em que hoje paga por esse subsistema 14 vezes por ano o equivalente ao subsidio de risco que querem agora dar. Médico da Guarda nas sedes dos DTERs 1 ou 2 vezes por semana. A passagem à reserva com 36 anos de serviço independentemente da idade, e 5 anos depois passagem à reforma sem qualquer tipo de corte e ou penalização, ao contrário de agora, em que para os que passem à reserva a partir de 01JAN17 estão sujeitos a autênticas armadilhas, em que podem sofrer cortes brutais na sua pensão de reforma. Chegar ao topo da carreira no último escalão. Mais dias de férias do que hoje, em que agora para ser ter mais 1 ou 2 míseros dias se está sujeito à avaliação.  
 
Isto sim eram, e deveriam continuar a ser, condições/discriminações positivas dignas para compensar o risco que os militares da Guarda correm, e pelas quais deveriam lutar acerrimamente e não por mais um subsidio. Porque têm a ver precisamente com a saúde e a idade com que os militares vão ter de andar no serviço activo cada vez mais anos, mais velhos e mais desgastados e debilitados física e psicologicamente, e por causa disso, cada vez mais expostos ao risco e ao desgaste.
 
Agora, com a atribuição deste osso/migalha por parte do governo, esgota-se o argumento pela luta por melhores condições inerentes ao risco da profissão, porque quando isso voltar a acontecer o governo vai dizer: “Então o que é que vocês querem agora, em cima dos suplementos que já tinham já vos demos mais um subsidio de risco..."
E aqui está o tiro no pé e o embuste, a que temos de agradecer às associações por não saberem defender e lutar pelo que realmente interessa.

E pronto.....eis aqui a razão pela qual continuaremos sempre a ser os "entalados"! Quando muitos tentam remar numa direção....há sempre os "visionários" que aparecem, causam a desunião e enfraquecem a causa.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Lynx Ontem à(s) 17:10

Camarada que anda a linha tudo bem que o nosso ssfs fala no risco...
Agora eu pergunto lhe porque que o nosso valor   ssfs nao fica igual ao da pj ou sef,??
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Guarda que anda à linha Ontem à(s) 18:18

Lynx escreveu:Camarada que anda a linha tudo bem que o nosso ssfs fala no risco...
Agora eu pergunto lhe porque que o nosso valor   ssfs nao fica igual ao da pj ou sef,??

Não sei, até porque os vencimentos deles também não são iguais aos nossos. E também não sei quais é que são os restantes suplementos remuneratórios deles comparativamente com os nossos.

Mas não é isso que me aflige ou preocupa. Se quisesse ter ido para a PJ ou para o SEF ganhar os vencimentos e os subsídios que eles ganham, não tinha vindo para a GNR, tinha ido para a PJ ou para o SEF. E quando vim para a GNR já sabia ao que vinha.

E ao vir para a GNR e já sabendo ao que vinha, o que sei é que quando vim para a Guarda, altura em já havia o SSFS, equiparado ao da PSP, da GF, da condição militar das FAs e de risco nas restantes forças/serviço de segurança. No primeiro dia do alistamento em plena formatura, o capitão, comandante da companhia de instrução, em voz alta e bom som nos disse que, de forma a compensar o risco da profissão, o desgaste, o perigo, a penosidade o dever de disponibilidade, os horários irregulares, os serviços de noite, aos fins-de-semana e feriados sem receber mais por isso, as horas a mais que nas outras profissões se recebe e na Guarda não, a impossibilidade de fazer greve que os profissionais das outras profissões podem fazer e na Guarda não, o estar sujeito aos inúmeros deveres que a condição militar prevê, entre outros, deveres esses que ainda se mantém hoje, tinha os seguintes direitos e condições: Um sistema de saúde/SAD, uma subida de escalões, um sistema de férias, e umas condições de passagem à reserva e reforma diferentes do que os profissionais das restantes profissões têm.

Entretanto, desde o primeiro dia até hoje fui assistido a que diariamente militares da GNR são injuriados, ameaçados, agredidos, feridos, e mortos em serviço (algumas situações dessas que inclusivamente também já me aconteceram a mim) e que, pasme-se, apesar de nos dias de hoje essas situações continuarem a ocorrer, e que inevitavelmente vão continuar a acontecer sempre, porque este serviço alguém o vai ter de fazer sempre. Desde 2005 para cá, todos os direitos e condições, entre outros, que atrás enumerei, precisamente para compensar o risco, o perigo, o desgaste a penosidade e a disponibilidade que atrás referi, já foram. Ou seja, continuamos hoje a ser injuriados, ameaçados, agredidos, feridos e mortos em serviço sem direitos e condições nenhumas comparativamente às que já tivemos antes.

E não há subsídio de risco nenhum que compense isso ou que evite qualquer risco que seja. O que há e deverá haver são condições e direitos como os que atrás referi, o que por si só já menoriza o risco, quanto mais não seja ao permitir que os militares não andem velhos, desgastados física e psicologicamente no serviço activo, o que, sem dúvida nenhuma, a acontecer, os vai tornar um factor de risco para si, para os seus camaradas mais novos, para a instituição e, por fim, para a população em geral. Porque não pode ser defendida e protegida por polícias e por guardas velhos. E eram estes direitos e condições inerentes a estas funções que eu gostaria de ver as associações defenderem com unhas e dentes, e não andarem a defender falsas ilusões.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Estranho Ontem à(s) 18:50

Guarda que anda à linha escreveu:
Lynx escreveu:Camarada que anda a linha tudo bem que o nosso ssfs fala no risco...
Agora eu pergunto lhe porque que o nosso valor   ssfs nao fica igual ao da pj ou sef,??

Não sei, até porque os vencimentos deles também não são iguais aos nossos. E também não sei quais é que são os restantes suplementos remuneratórios deles comparativamente com os nossos.
Mas não é isso que me aflige ou preocupa. Se quisesse ter ido para a PJ ou para o SEF ganhar os vencimentos e os subsídios que eles ganham, não tinha vindo para a GNR, tinha ido para a PJ ou para o SEF. E quando vim para a GNR já sabia ao que vinha.
E ao vir para a GNR e já sabendo ao que vinha, o que sei é que quando vim para a Guarda, altura em já havia o SSFS, equiparado ao da PSP, da GF, da condição militar das FAs e de risco nas restantes forças/serviço de segurança. No primeiro dia do alistamento em plena formatura, o capitão, comandante da companhia de instrução, em voz alta e bom som nos disse que, de forma a compensar o risco da profissão, o desgaste, o perigo, a penosidade o dever de disponibilidade, os horários irregulares, os serviços de noite, aos fins-de-semana e feriados sem receber mais por isso, as horas a mais que nas outras profissões se recebe e na Guarda não, a impossibilidade de fazer greve que os profissionais das outras profissões podem fazer e na Guarda não, o estar sujeito aos inúmeros deveres que a condição militar prevê, entre outros, deveres esses que ainda se mantém hoje, tinha os seguintes direitos e condições: Um sistema de saúde/SAD, uma subida de escalões, um sistema de férias, e umas condições de passagem à reserva e reforma diferentes do que os profissionais das restantes profissões têm.
Entretanto, desde o primeiro dia até hoje fui assistido a que diariamente militares da GNR são injuriados, ameaçados, agredidos, feridos, e mortos em serviço (algumas situações dessas que inclusivamente também já me aconteceram a mim) e que, pasme-se, apesar de nos dias de hoje essas situações continuarem a ocorrer, e que inevitavelmente vão continuar a acontecer sempre, porque este serviço alguém o vai ter de fazer sempre. Desde 2005 para cá, todos os direitos e condições, entre outros, que atrás enumerei, precisamente para compensar o risco, o perigo, o desgaste a penosidade e a disponibilidade que atrás referi, já foram. Ou seja, continuamos hoje a ser injuriados, ameaçados, agredidos, feridos e mortos em serviço sem direitos e condições nenhumas comparativamente às que já tivemos antes.
E não há subsídio de risco nenhum que compense isso ou que evite qualquer risco que seja. O que há e deverá haver são condições e direitos como os que atrás referi, o que por si só já menoriza o risco, quanto mais não seja ao permitir que os militares não andem velhos, desgastados física e psicologicamente no serviço activo, o que, sem dúvida nenhuma, a acontecer, os vai tornar um factor de risco para si, para os seus camaradas mais novos, para a instituição e, por fim, para a população em geral. Porque não pode ser defendida e protegida por polícias e por guardas velhos. E eram estes direitos e condições inerentes a estas funções que eu gostaria de ver as associações defenderem com unhas e dentes, e não andarem a defender falsas ilusões.


Concordo em pleno. Quando entrámos (a maioria de nós) foi com umas condições que entretanto alteraram e desapareceram, com retroatividade. Muitos falam " Já sabias ao que vinhas. Vieste porque quiseste." - Não. Não foi com estas condições que vim. Que as alterações fossem feitas a partir da data da decisão já era suficientemente mau, mas faze-lo de forma transversal e retroativa, é só desonesto.
A qualidade de vida não se traduz apenas na remuneração… e até essa tem se vindo a demonstrar ofensiva para as valências e exigências que se revelam.

Estas "negociações" têm apenas revelado que o desprezo e desconsideração não existe apenas internamente.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por PLPG Ontem à(s) 19:29

Até podem dizer que pagam €5000 brutos e depositam pouco mais que €800. Querem dar a entender que a gente tem muitos suplementos. Mas a realidade é que o pessoal leva para casa o ordenado base
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Guarda que anda à linha Ontem à(s) 21:02

"Concordo em pleno. Quando entrámos (a maioria de nós) foi com umas condições que entretanto alteraram e desapareceram, com retroatividade. Muitos falam " Já sabias ao que vinhas. Vieste porque quiseste." - Não. Não foi com estas condições que vim. Que as alterações fossem feitas a partir da data da decisão já era suficientemente mau, mas faze-lo de forma transversal e retroativa, é só desonesto.
A qualidade de vida não se traduz apenas na remuneração… e até essa tem se vindo a demonstrar ofensiva para as valências e exigências que se revelam.

Estas "negociações" têm apenas revelado que o desprezo e desconsideração não existe apenas internamente."

Ora aí está Estranho na mouche. O que me faz espécie é como é que ainda há camaradas que ainda não viram o buraco para onde os estão a empurrar, e se contentam com um "suposto" punhado de euros por forma a compensar a ida para esse buraco.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por COELHO.X Ontem à(s) 22:12

Mais do que um subsídio de risco, deveríamos estar a lutar por um salário digno condizente com a nossa profissão posições remuneratórias dignas, uma SAD com descontos 12 meses e nao 14 e com mensalidades um pouco mais reduzidas, exigir melhores condições quer ao MAI/GNR no trabalho pois as que temos são fracas e pouca qualidade sejam viaturas, postos e material individual bem como o acesso a uma Reforma mais cedo e não tão tarde como nos impuseram apartir de 2007 pois todos caminhamos para velhos pois nao seremos novos a vida toda. militar, pois o subsídio tá visto e revisto que serão migalhas (infelismente) .
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Guarda que anda à linha Hoje à(s) 00:50

Pois é Coelho.X totalmente de acordo. Enquanto isso acontece vão-nos tirando tudo. E aqui culpo as associações devido à sua falta de perspicácia e visão para o que está a acontecer e para tudo o que nos rodeia.

Vou dar mais uma vez este exemplo, da reforma mais cedo, em que como diz e bem, todos caminhamos para velhos e não seremos novos a vida toda, e que a partir de 2017 já era. No período 2011 – 2015, período da Troika, período negro que jamais esqueceremos, apesar de tudo, em 2015, o governo de então, altura em que ainda cá estava a Troika, deu às forças armadas um novo estatuto DL 90/2015 https://dre.pt/home/-/dre/67348942/details/maximized  e à PSP o novo estatuto DL 243/2015  https://dre.pt/home/-/dre/70737912/details/maximized assim como, também estava previsto um novo estatuto para a GNR que, por  vicissitudes várias já não foi possível naquele ano. E o que é que estes estatutos tinham em comum? A continuação da pré-aposentação e reserva aos 55 anos de idade e 5 anos depois, ou aos 60 anos de idade passagem à reforma sem cortes, penalizações e ou redução de pensão.

Entretanto, no fim de 2015 novo governo entrou em funções. Grande alívio pensámos nós, a Troika já foi, temos um governo de esquerda, esquerda essa que habitualmente está ao lado dos direitos de quem trabalha, e a partir de agora tudo vão ser rosas. Pois é, que grande azar o nosso, dos profissionais das funções de soberania, defesa – segurança – e socorro, militares, policias e bombeiros.

E assim que a Troika partiu e um novo governo entrava em funções, ao mesmo tempo que aos funcionários públicos repunham as 35 horas semanais, e bem, que tinham sido retiradas no tempo da Troika. Assim como se começou a lutar por dar aos profissionais de certas profissões de risco, e bem, a possibilidade de se reformarem mais cedo.

Aos “malandros” dos militares, dos polícias e dos bombeiros, logo começaram a engendrar a coisa para que se reformassem mais tarde. E assim, logo em Janeiro de 2017, através do DL 3/2017 para os militares da FAs, GNR e PM (o da PSP é o 4/2017) e posteriormente através do novo estatuto para a GNR DL 30/2017, varreram logo do mapa a possibilidade da passagem à reforma aos 60 anos de idade sem qualquer tipo de corte e ou penalização, que o governo do tempo da Troika em 2015 tinha acautelado para os militares e policias nos respectivos estatutos como atrás referi, ficando agora os profissionais das funções de soberania de defesa, segurança e socorro sujeitos a uma idade de reforma variável, que não se sabe qual é  na altura em que passam à reserva e pré-aposentação, ficando assim sujeitos a uma autêntica armadilha na altura da transição da reserva e pré-aposentação à reforma, em que, apesar de terem mais que os anos de serviço/descontos exigidos por lei, podem vir a sofrer cortes brutais nas suas pensões de reforma através dos factores de sustentabilidade e de antecipação de idade, habilmente introduzidos nesta legislação de 2017.

E neste espaço de tempo o que é que as associações, particularmente as de praças, andavam a fazer? Ah, já me esquecia. Andavam preocupadas com subsídios de treta, e a lutar com unhas e dentes para que os oficiais da Guarda pudessem ser promovidos o mais depressa possível a generais, para que os do exército que já cá estavam há mais de cem anos fossem corridos o mais rápido possível.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Xavi76 Hoje à(s) 09:04

Estranho escreveu:
Guarda que anda à linha escreveu:
Lynx escreveu:Camarada que anda a linha tudo bem que o nosso ssfs fala no risco...
Agora eu pergunto lhe porque que o nosso valor   ssfs nao fica igual ao da pj ou sef,??

Não sei, até porque os vencimentos deles também não são iguais aos nossos. E também não sei quais é que são os restantes suplementos remuneratórios deles comparativamente com os nossos.
Mas não é isso que me aflige ou preocupa. Se quisesse ter ido para a PJ ou para o SEF ganhar os vencimentos e os subsídios que eles ganham, não tinha vindo para a GNR, tinha ido para a PJ ou para o SEF. E quando vim para a GNR já sabia ao que vinha.
E ao vir para a GNR e já sabendo ao que vinha, o que sei é que quando vim para a Guarda, altura em já havia o SSFS, equiparado ao da PSP, da GF, da condição militar das FAs e de risco nas restantes forças/serviço de segurança. No primeiro dia do alistamento em plena formatura, o capitão, comandante da companhia de instrução, em voz alta e bom som nos disse que, de forma a compensar o risco da profissão, o desgaste, o perigo, a penosidade o dever de disponibilidade, os horários irregulares, os serviços de noite, aos fins-de-semana e feriados sem receber mais por isso, as horas a mais que nas outras profissões se recebe e na Guarda não, a impossibilidade de fazer greve que os profissionais das outras profissões podem fazer e na Guarda não, o estar sujeito aos inúmeros deveres que a condição militar prevê, entre outros, deveres esses que ainda se mantém hoje, tinha os seguintes direitos e condições: Um sistema de saúde/SAD, uma subida de escalões, um sistema de férias, e umas condições de passagem à reserva e reforma diferentes do que os profissionais das restantes profissões têm.
Entretanto, desde o primeiro dia até hoje fui assistido a que diariamente militares da GNR são injuriados, ameaçados, agredidos, feridos, e mortos em serviço (algumas situações dessas que inclusivamente também já me aconteceram a mim) e que, pasme-se, apesar de nos dias de hoje essas situações continuarem a ocorrer, e que inevitavelmente vão continuar a acontecer sempre, porque este serviço alguém o vai ter de fazer sempre. Desde 2005 para cá, todos os direitos e condições, entre outros, que atrás enumerei, precisamente para compensar o risco, o perigo, o desgaste a penosidade e a disponibilidade que atrás referi, já foram. Ou seja, continuamos hoje a ser injuriados, ameaçados, agredidos, feridos e mortos em serviço sem direitos e condições nenhumas comparativamente às que já tivemos antes.
E não há subsídio de risco nenhum que compense isso ou que evite qualquer risco que seja. O que há e deverá haver são condições e direitos como os que atrás referi, o que por si só já menoriza o risco, quanto mais não seja ao permitir que os militares não andem velhos, desgastados física e psicologicamente no serviço activo, o que, sem dúvida nenhuma, a acontecer, os vai tornar um factor de risco para si, para os seus camaradas mais novos, para a instituição e, por fim, para a população em geral. Porque não pode ser defendida e protegida por polícias e por guardas velhos. E eram estes direitos e condições inerentes a estas funções que eu gostaria de ver as associações defenderem com unhas e dentes, e não andarem a defender falsas ilusões.


Concordo em pleno. Quando entrámos (a maioria de nós) foi com umas condições que entretanto alteraram e desapareceram, com retroatividade. Muitos falam " Já sabias ao que vinhas. Vieste porque quiseste." - Não. Não foi com estas condições que vim. Que as alterações fossem feitas a partir da data da decisão já era suficientemente mau, mas faze-lo de forma transversal e retroativa, é só desonesto.
A qualidade de vida não se traduz apenas na remuneração… e até essa tem se vindo a demonstrar ofensiva para as valências e exigências que se revelam.

Estas "negociações" têm apenas revelado que o desprezo e desconsideração não existe apenas internamente.
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Fenixx Hoje à(s) 11:02

Lutar pela reforma aos 55 anos como estava antes. Isso sim
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Em Curso Re: PSP e GNR defendem subsídio de risco a rondar os 380 euros

Mensagem por Espada Hoje à(s) 11:50

Aumento no vencimento base, quando acabei o curso comecei a ganhar quase o dobro do ordenado mínimo na altura, agora quem entra ganha praticamente o mesmo. Temos que ser aumentados todos pelo menos 3 níveis, logo a começar pelo inicio de carreira.
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